Rondônia - 31 de Maio de 2026

POLÍCIA CIVIL PRENDE NETO DO PREFEITO DE NOVA UNIÃO ACUSADO DE MANDAR MATAR PRODUTOR RURAL

ASSESSORIA, 07/12/2024 12h03

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Foto: ASSESSORIA

A Polícia Civil de Rondônia, por meio da Delegacia de Mirante da Serra, prendeu o principal suspeito de um homicídio brutal ocorrido no Assentamento Margarida Alves, no município de Nova União, em 4 de novembro de 2024, o qual foi vítima o produtor rural Genilson Basílio Martins, morador de urupá que foi atraído para uma morte covarde e cruel. Num brilhante trabalho realizado pelos investigadores de Mirante da Serra, ficou apurado que o suspeito que se encontra preso é Guilherme P. Oliveira., neto do prefeito reeleito do município de Nova União. A reportagem apurou que ele foi localizado na Linha 36 por equipe da PC, e se encontra recolhido na Casa de Detenção de Ouro Preto do Oeste. A Polícia Civil emitiu uma nota na tarde desta sexta-feira, e além de confirmar o suspeito como mandante do crime ainda esclareceu que ele pagou R$ 1.000,00 (um mil reais) para um indivíduo assassinar Genilson. Local onde o corpo de Genilson foi enterrado na área do sítio no Assentamento
Segundo consta a motocicleta e o celular da vítima haviam desaparecido. O delegado George H. Lemos da Silva, titular na Delegacia de Mirante da Serra confirmou o fato e esclareceu que o suspeito havia queimado as carenagens e escondido o veículo de duas rodas que a vítima usou para viajar de Urupá para o lote no Assentamento Margarida Alves, onde foi assassinado. Falta a polícia prender o executor do crime para finalizar o caso.

CONFIRA NA ÍNTEGRA A NOTA DA POLÍCIA CIVIL DE RONDÔNIA
A Polícia Civil de Rondônia, através da Delegacia de Mirante da Serra, prendeu o principal suspeito de um homicídio brutal ocorrido no Assentamento Margarida Alves, no dia 4 de novembro de 2024. Segundo as investigações, a vítima foi atraída ao local com um pretexto enganoso, onde o autor a aguardava para colocar em prática uma emboscada cuidadosamente planejada. Durante o interrogatório, o suspeito confessou o crime, alegando que a ação foi uma resposta a supostas ofensas relacionadas a um desacerto comercial com a vítima. O suspeito foi imediatamente conduzido ao presídio local, onde permanece à disposição da Justiça. Para a execução do homicídio, o autor teria contratado R. S. S., vulgo “Paloquinha”, oferecendo a quantia de mil reais para que ele executasse a vítima. Embora diligências tenham sido realizadas, R. S. S. continua foragido. A participação ativa da comunidade fortalece a luta contra a criminalidade e assegura que a justiça seja feita.

Com informações PCRO

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