Rondônia - 19 de Outubro de 2021

MARCOS ROCHA VAI COMANDAR O "UNIÃO BRASIL", SENADOR MARCOS ROGÉRIO ESTA DE MALAS PRONTA PARA O PSD

com informações do valoremercadoro.com.br, 07/10/2021 18h50

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A fusão dos partidos DEM-PSL resultou na criação do “União Brasil”. O novo partido nasce em Rondônia com um governador (Marcos Rocha), um vice-governador (José Jordam), um senador da república (Marcos Rogério), um deputado federal (Coronel Chrisostomo), um estadual (Sargento Eyder Brasil), 8 prefeitos, 5 vices e 62 vereadores.
Com a fusão, a nova legenda será presidida pelo governador Marcos Rocha (ex-PSL), eventual candidato a reeleição.
No caso de prefeitos, a maioria das lideranças políticas, segundo apurou o site, foi eleita pelo DEM, partido que é comandado no estado pelo senador Marcos Rogério e eventual candidato ao governo. Nas últimas eleições, o PSL elegeu apenas 12 vereadores, enquanto o DEM fez 8 prefeitos, 5 vices e 50 vereadores.
Segundo apurou o site valoremercadoro.com.br, o senador Marcos Rogério estaria migrando para outro partido juntamente com o deputado federal Chrisostomo. Marcos Rogério estaria de olho no PSD, comandado no estado pelo deputado federal Expedito Neto. Em vídeo publicado nas redes sociais, o senador disse que o momento agora é de muito trabalho. “O momento é de muito trabalho e não de quizilas partidárias”, afirmou.
De acordo com o site, prefeitos disseram que não tem interesse em mudar de partido. “O partido já nasce grande e com um governador”, disse um prefeito. Outro prefeito disse que o momento é de cautela. “Vamos aguardar o resultado dessa fusão nos próximos meses e o registro no TSE”, afirmou outro prefeito.

Oposição a Bolsonaro

O “União Brasil” quer ser um partido de oposição ao governo federal e pretende ter candidato próprio à Presidência da República em 2022, tendo alguns nomes como o ex-ministro da Saúde, Henrique Mandetta e o atual presidente do Senado Rodrigo Pacheco.
O novo partido nasce grande: com 81 deputados federais, 16 senadores, o maior fundo eleitoral (R$ 320 milhões) e fundo partidário (R$ 138 milhões), além de garantir o maior tempo de rádio e TV na campanha eleitoral.
O partido será presidido por Luciano Bivar e terá como secretário executivo ACM Neto. O Tribunal Superior Eleitoral vai analisar a criação do novo partido.

 

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